terça-feira, 17 de julho de 2012

As cruzadas


No capítulo anterior, em Jerusalém, em seu comércio, Padeceu conversa com o Marcelo.
Padeceu: Marcelo, sabia que eu gosto de uma mulher.
Marcelo: Que mulher, Padeceu? O senhor nunca me contou isso!
Padeceu: Gosto não, quer dizer, gostei, mas eu ainda gosto dela.
Marcelo: Como assim? Eu não estou entendendo.
Padeceu: Marcelo, eu gostava da à Aparecida.
Marcelo: Da mulher que morava aqui, e era muçulmana, mas morreu em Jerusalém?
Padeceu: Sim, é essa.
Marcelo: Me conta essa história direito, Padeceu.
Padeceu: Ela era casada com o José, que é um católico, ele é o homem mais poderoso de São João D' Acre. Depois que ele descobriu que ela era muçulmana, ele a expulsou de sua casa. Por isso, ela voltou para à sua cidade de origem, aqui em Jerusalém. Eu gosto muito de andar na rua, e foi por isso, que um dia eu encontrei ela na rua também, nós conversamos muito, e depois disso, nós se tornamos amigos, e nos víamos constantemente, daí surgiu à minha paixão por ela.
Marcelo: E o senhor nunca me contou! Agora eu vejo que eu não te conheço totalmente!

Em São João D' Acre, Sueli vai até à porta de entrada de sua casa, para ver quem está batendo nela.
Sueli: Filho, o senhor fugiu da prisão?
Pedro: Não, mãe, eu fui solto mesmo.
Sueli então grita:
Sueli: Regino, vem cá, o nosso filho foi solto!

Em Jerusalém, no acampamento dos católicos, Lúcio conversa com o católico Mateus.
Lúcio: Mateus, hoje eu comecei a guerrear na guerra santa, o senhor acha que eu fui bem?
Mateus: Muito bem! O senhor matou, pelo menos, uns trinta muçulmanos!
Lúcio: Eu fico um pouco receoso de matar!
Mateus: Não fique! Nós estamos matando, aqueles que não acreditam em nosso Deus, eles acreditam num Deus falso. Nós devemos tomar essa cidade deles, para o nosso Deus!

No seu quarto, Maria conversa com à Isabela.
Maria: Isabela, o que à senhora tem de tão importante para falar comigo?
Isabela: Hoje de manhã, antes do meu pai acordar, eu fui na rua andar um pouco, e me contaram que nasceram à sobrinha e à irmã do Rodrigo.

Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

As cruzadas


No capítulo anterior, na igreja, padre Roberto e bispo Sebastião conversam.
Padre Roberto: E o que fazemos com o prisioneiro Pedro?
Bispo Sebastião: O que ele fez foi muito grave! Ele é católico, e ajudou à inimiga de Deus! Mas mande soltá-lo, à família dele é muito católica, principalmente à senhora Sueli, e o mais importante, à família dele, doa um valor até considerável para à igreja. Pode mandar libertá-lo.
Padre Roberto: Tudo bem, bispo. Mas o senhor tem certeza de que está fazendo à coisa certa?
Bispo Sebastião: Óbvio, eu sei do que eu estou fazendo.
Padre Roberto: Eu não vou mais contestá-lo, bispo. Mas o senhor parece que está triste.
Bispo Sebastião: Estou, sim. Eu vou sair daqui a pouco.
Padre Roberto: O senhor vai à onde?
Bispo Sebastião: Eu vou ver à minha mãe, ela está doente por causa da praga que é causada pelas bruxas. Ela não mora aqui não, ela mora em outra cidade dominada pelos os católicos.
Padre Roberto: Vá com Deus, Bispo. Que Deus abençoe à sua mãe.

Em casa, José e Regina almoçam.
José: Regina, onde está o nosso filho. À senhora não pode deixar ele sozinho, esqueceu que ele tem apenas três meses de vida.
Regina: Calma, ele está dormindo no nosso quarto. Ele está muito seguro lá.
José: Regina, à senhora está me olhando de um jeito esquisito. Que joia à senhora quer agora?
Regina: Eu estou te olhando desse jeito, não é por causa de joia, é por causa que eu estou te querendo.
José: Como assim?
Regina: O senhor entendeu.
José: Mas eu tenho que voltar para o trabalho.
Regina: Vai ser rapidinho.
José: Mas o nosso filho não está no nosso quarto?
Regina: Vamos fazer aqui na cozinha mesmo.
José: Tudo bem, safadinha.

Em casa, na sala, Ana, Paulo e Rodrigo conversam. Ana está com à sua filha recém-nascida no colo, que se chama Manuela.
Rodrigo: Nossa Ana, o meu sobrinho parece tanto com à senhora. Ele têm sobrancelhas e cabelos pretos, nariz pequeno e arrebitado, boca carnuda e olhos azuis.
Ana: Mas ela parece em uma coisa com o Paulo. Ela tem o mesmo tom de cor, que é à cor parda.
Paulo: Nossa, só isso que ela se parece comigo.
Rodrigo: E eu? Ela não se parece com o titio?
Ana: Sim, ela é bonita que nem o senhor. Pois o senhor, irmão, é maravilhoso. Se o senhor não fosse meu irmão, eu pegava.
Paulo: Eu estou aqui, Ana.
Ana: Com o todo respeito, Paulo.
Paulo: À Ana, sabe escolher um nome, não é? Manuela, eu achei esse nome lindo.
Ana: Óbvio, eu tenho muito bom gosto.

Em Jerusalém, em seu comércio, Padeceu conversa com o Marcelo.
Padeceu: Marcelo, sabia que eu gosto de uma mulher.

Termina mais um capítulo de As cruzadas. Segunda, mais um capítulo às 17:15.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

As cruzadas


No capítulo anterior, padre Reginaldo vai até à casa de Neusa, para lhe fazer uma pergunta.
Padre Reginaldo: Neusa, à senhora quer se confessar fora da igreja comigo?
Neusa: Não sei se eu deveria, mas eu vou aceitar.
Padre Reginaldo: À senhora irá se confessar na sua casa mesmo, tudo bem?
Neusa: Sim. Mas o senhor está com segundas intenções comigo, nessa confissão?
Padre Reginaldo: Óbvio, que não! Vamos começar, então. Pode dizer para mim, todos os seus pecados que te deixa agoniada.

Em Jerusalém, em seu quarto, Isabela conversa com à Maria.
Isabela: Maria, eu estou tão triste com o Rodrigo, durante esses meses que se passaram, ele nem deu mais notícias para mim. Eu acho que depois que ele foi para São João D' Acre, ele não voltou mais para cá.
Maria: Isabela, à senhora quer o quê? À senhora está proibida pelo o seu pai de sair para à rua, e culpa o Rodrigo de não ter te procurado. Mesmo se ele estivesse aqui em Jerusalém, ele não ia te encontrar, pois ele deve ter se esquecido onde eu moro.
Isabela: Impossível ele ter esquecido! À senhora beijou ele aqui na sua casa, lembra?
Maria: Mas isso aconteceu há muito tempo, ele já deve ter esquecido onde eu moro.

Gabriela vai até à casa de Marcelo, para conversar com ele.
Gabriela: Boa tarde, senhor Marcelo.
Marcelo: Boa tarde, Gabriela. Quer almoçar? Tem comida aqui.
Gabriela: Muito obrigada, eu comi na rua, os restos de comida que os ricos jogam fora.
Marcelo: E aí, Gabriela, à senhora ficou grávida do meu filho? À senhora só falava nisso, que iria ficar grávida do meu filho.
Gabriela: Por isso, que eu vim aqui, Marcelo, para falar sobre isso. Eu fiquei grávida sim, do seu filho. 
Marcelo: Onde, que eu não estou vendo. À sua barriga continua do jeito que estava!
Gabriela começa à chorar.
Gabriela: Eu perdi o meu filho!
Marcelo: Perdeu? À senhora perdeu o meu netinho, mas como?
Gabriela: Os católicos me viram na rua, e começaram a me espancar, eles me espancaram muito, senhor Marcelo. Depois que eles cansaram de me espancar, eles pensaram que eu estava até morta, até eu pensei que eu não ia resistir, mas eu consegui sobreviver. Os outros mendigos, meus colegas, me viram toda machucada, e me acudiram, eles cuidaram de mim, até eu melhorar. Só depois que eu melhorei que eu decidi contar para o senhor, o que aconteceu.
Marcelo: Meus pêsames, minha querida! Eu tinha tanta esperança, de ter um netinho, para eu ter alguma lembrança viva do meu filho. Mas tudo bem, ficará às lembranças boas dele.

Na sala, Felipe, Isabela e Maria conversam.
Felipe: Meninas, eu estou pensando em voltar à guerrear.
Isabela: De jeito nenhum, pai! Quem tem que guerrear são os jovens!
Maria: Verdade, tio! Olha à sua idade, o senhor tem cara para ser o meu avô!
Isabela: Não exagere, Maria! O meu pai tem uma boa forma ainda!
Felipe: Eu já estou decidido, eu vou voltar à guerrear, à lutar pela nossa cidade.

Na igreja, padre Roberto e bispo Sebastião conversam.
Bispo Sebastião: Padre, como anda às investigações, para descobrir se à bruxa Odete está morta mesmo?
Padre Roberto: Até agora, os nossos guardas não acharam à Odete, e olha que eles estão procurando por toda parte, até em Jerusalém, que é dominada por muçulmanos, tem alguns guardas investigando, mas até agora, não à acharam. Nós estamos quase concluindo que ela está morta mesmo.
Bispo Sebastião: Pode mandar os guardas pararem de investigar o paradeiro da bruxa, se não acharam ela durante esses meses que se passaram, não vão achá-la mais, ela está morta mesmo. Nós podemos comemorar, à nossa cidade se livrou da praga, que era acometida pela bruxa Odete!
Padre Roberto: E o que fazemos com o prisioneiro Pedro?
Bispo Sebastião: O que ele fez foi muito grave! Ele é católico, e ajudou à inimiga de Deus! Mas mande soltá-lo, à família dele é muito católica, principalmente à senhora Sueli, e o mais importante, à família dele, doa um valor até considerável para à igreja. Pode mandar libertá-lo.

Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

As cruzadas


No capítulo anterior, amanhece em São João D' Acre. Neusa vai até à igreja para se confessar. Ao chegar na igreja, ela se depara com o padre Reginaldo. Padre Reginaldo se aproxima dela, e fala baixinho no ouvido direito dela:
Padre Reginaldo: Bom dia, gostosa.
Neusa: Tenha respeito, padre! Nós estamos numa igreja, o senhor não pode se comportar assim!
Padre Reginaldo: Eu não acredito! Uma pobretona querendo me dar ordens! À senhora não passa de uma mulher pobre, que é pior ainda! O que à senhora veio fazer aqui?
Neusa: Eu vim me confessar.
Padre Reginaldo: À senhora não pode se confessar!
Neusa: Só por causa que eu sou mulher?
Padre Reginaldo: Um pouco disso também. Só podem se confessar, às mulheres que não são pobres, igual à senhora.
Neusa: Mas eu sou muito religiosa, eu cumpro meus deveres de católica.
Padre Reginaldo: Mas não doa para à igreja, à quantia estabelecida pelo o bispo. O que à senhora doa, é uma miséria!
Neusa: Eu vou embora daqui, o senhor está me magoando com suas palavras.

Na prisão, Pedro está pensativo.
Pedro: Ai meu Deus, será que eu vou sair dessa prisão? Durante esses meses que se passaram, os padres não deram nenhuma resposta se eles concluíram se à Odete está morta. Tomara que eles cheguem à essa conclusão.


Olívia vai até à loja de Paulo, para conversar com ele.
Olívia: Bom dia, Paulo.
Paulo: Senhora Olívia? O que à senhora veio fazer aqui? À senhora veio comprar alguma coisa?
Olívia: Paulo, na verdade, eu queria marcar com o senhor qualquer dia desses, para nós conversarmos em particular, sobre negócios.
Paulo: Tudo bem, eu vou pensar em um dia mais propício para nós conversarmos, e mando o meu empregado lhe informar.

Na casa que Odete está residindo, Odete pensa consigo mesma:
Odete: Eu estou com tanto medo, o dono da feira hoje, perguntou quem sou eu. Ele perguntou também de onde eu era. Eu acho que eu consegui enganá-lo, falando que eu moro na roça daqui mesmo, e que eu sempre morei no mesmo lugar, mas tem pouco tempo que eu decidi vender às minhas verduras para à feira, pois os meus pais me sustentavam, quando eles ainda eram vivos. Com essa história mentirosa, eu acho que eu consegui enganar ele direitinho. Mas eu tenho medo dele continuar desconfiando de mim. Eu também estou com medo, de não ter dinheiro para comprar comida, depois que o bispo decidiu aumentar os impostos sobre os alimentos. Por isso que eu estou precisando do Pedro, se ele estivesse aqui, ele compraria os alimentos para mim. Mas eu vou aumentar à entrega de verduras para à feira, assim, o dono da feira, irá pagar mais pelas minhas verduras.

Padre Reginaldo vai até à casa de Neusa, para lhe fazer uma pergunta.
Padre Reginaldo: Neusa, à senhora quer se confessar fora da igreja comigo?
Neusa: Não sei se eu deveria, mas eu vou aceitar.

Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.

terça-feira, 10 de julho de 2012

As cruzadas



No capítulo anterior, Regina vai até à igreja para conversar com o padre Ricardo.
Regina: Oi, meu amor. Eu vim aqui para conversar com o senhor.
Padre Ricardo: Por favor, Regina. Nós estamos numa igreja!
Regina: Mas e o nosso amor? Ou só eu que te amo?
Padre Ricardo: Não fale assim! Eu te amo e muito. Fale o que à senhora veio falar comigo.
Regina: Amor, eu pedi uma joia para o José, eu falei para ele, que podia até ser barata, mas ele se recusou à comprar para mim! Ele até me ameaçou me bater, se eu não parasse de pedir à joia! Aí eu parei de pedir! Amor, eu sei que é pedir muito, mas eu não aguento vê às outras mulheres usando joias, e eu não! Mas se o senhor não quiser me dá, eu entendo.
Padre Ricardo: Não, é óbvio que eu te darei.
Regina: Muito obrigada, padre.
Padre Ricardo: Eu só vou ficar um pouco apreensivo, porque, para comprar uma joia cara, eu precisarei pegar dinheiro da igreja, escondido E isso é pecado!
Regina: Não é pecado nada! Aposto que à maioria dos líderes religiosos da igreja, fazem isso! E só por causa que o senhor irá fazer, é pecado? Deixa disso, amor! O senhor faz muito por essa igreja. Além disso, o bispo sequer lembra dos pobres, ele cobra um valor muito alto para os pobres doarem para à igreja. Isso que é errado!

Anoitece em São João D' Acre. Em casa, no quarto deles, Regino e Sueli conversam.
Sueli: Trabalhou muito hoje, Regino?
Regino: Demais. Estou muito cansado.
Sueli: Regino, à cada dia que passa, eu perco às esperanças do Pedro ser libertado. Já se passaram meses e nada!
Regino: Ele vai conseguir convencer os padres, de que à Odete está morta, Sueli. Aí ele será solto, é só ter confiança.

Em Jerusalém, no local que os católicos se escondem dos muçulmanos, o acampamento, Lúcio conversa com o católico que o acompanhou na viagem para Jerusalém, o Mateus.
Mateus: Lúcio, graças a Deus, o senhor melhorou, daquele incidente que foi ocasionado pela pedra que foi jogada por um muçulmano na sua cabeça.
Lúcio: Graças a Deus mesmo! E ao senhor também! Que cuidou de mim até eu melhorar, e que me carregou em seu cavalo depois do acontecido até a Jerusalém.
Mateus: Agora só falta o senhor começar a guerrear com os muçulmanos.
Lúcio: Eu começarei.

Amanhece em São João D' Acre. Neusa vai até à igreja para se confessar. Ao chegar na igreja, ela se depara com o padre Reginaldo. Padre Reginaldo se aproxima dela, e fala baixinho no ouvido direito dela:
Padre Reginaldo: Bom dia, gostosa.

Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

As cruzadas


No capítulo anterior, na igreja, padre Roberto conversa com o bispo Sebastião.
Padre Roberto: Bispo, hoje eu expulsei uma mulher pobre da minha missa.
Bispo Sebastião: Muito bem, padre. O senhor merece até um prêmio! Alguns padres estão esquecendo de tratarem essas pessoas como merecem! O senhor continue firme, com esse tratamento, nós não podemos deixar os pobres que não doam nada para à igreja, ficarem assistindo às missas normalmente. Eles até podem, mas se pagarem à igreja, com às suas doações.
Padre Roberto: O senhor está certíssimo.

Alguns meses depois. Em casa, José e Regina almoçam. O filho deles recém-nascido, está no colo de Regina.
José: Regina, é tão bom, estar com o nosso filho agora. Eu nem acredito que ele já têm três meses de vida! Parece que ele nasceu ontem. Não é, André?
Regina: Eu adorei esse nome!
José: Claro, fui eu que escolhi.
Regina: O senhor tem um bom gosto!
José: Que bom que à senhora me deu um menino, Regina! Um menino significa para o pai, a continuação do seu trabalho e da sua família.
Regina: O nosso filho se parece muito com o senhor. Ele tem um nariz achatado, à boca espessa, o rosto liso, olhos pretos, sobrancelhas pretas e cabelo liso de cor castanho-escuro, tudo igual ao senhor.
José: E ele tem à sua cor. Ele é branco, mas não é um branco forte, é um branco voltado para pardo.

Regina vai até à igreja para conversar com o padre Ricardo.
Regina: Oi, meu amor. Eu vim aqui para conversar com o senhor.
Padre Ricardo: Por favor, Regina. Nós estamos numa igreja!
Regina: Mas e o nosso amor? Ou só eu que te amo?
Padre Ricardo: Não fale assim! Eu te amo e muito. Fale o que à senhora veio falar comigo.
Regina: Amor, eu pedi uma joia para o José, eu falei para ele, que podia até ser barata, mas ele se recusou à comprar para mim! Ele até me ameaçou me bater, se eu não parasse de pedir à joia! Aí eu parei de pedir! Amor, eu sei que é pedir muito, mais eu não aguento vê às outras mulheres usando joias, e eu não! Mas se o senhor não quiser me dá, eu entendo.
Padre Ricardo. Não, é óbvio que eu te darei.

Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

As cruzadas



No capítulo anterior, na casa que está residindo, Odete está pensativa.
Odete: O Pedro precisa sair daquela prisão rápido, eu estou com medo de descobrirem que eu sou à Odete, porque é eu que estou indo entregar às minhas verduras para à feira, quem fazia isso para mim era o Pedro, para eu não ser descoberta. Eu estou correndo muito perigo! O que eu posso fazer para libertar o meu amor?


Em Jerusalém, no seu quarto, Maria conversa com à Isabela.
Maria: Isabela, eu tenho uma péssima notícia para à senhora.

Isabela: O quê?
Maria: Acharam o corpo da mãe do Rodrigo, à Aparecida, morto em São João D' Acre. Ela era daqui de Jerusalém, ela era muçulmana, mas ela fugiu para Jerusalém, por causa da guerra religiosa. Estão desconfiando de assassinato.
Isabela: Coitado do Rodrigo. Ele nem está aqui para eu consolá-lo.

Em São João D' Acre, na sala de sua casa, Ana conversa com o Rodrigo.
Ana: Rodrigo, qual foi o motivo mesmo que o nosso pai te deserdou?
Rodrigo: Ele descobriu que eu estou apaixonado por uma muçulmana de Jerusalém.
Ana: O senhor gosta muito dela? Ela é muito bonita?
Rodrigo: Eu amo ela, Ana. E ela é maravilhosa.

Na igreja, Padre Roberto conversa com o bispo Sebastião.
Padre Roberto: Bispo, hoje eu expulsei uma mulher pobre da minha missa.

Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.