sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

As cruzadas


No capítulo anterior, ao sair da igreja, padre Roberto vê uma mulher que pelas as vestes parece que é muito pobre, andando na rua. Ele fica encantado com a sua beleza, e se dirige até ela, para falar com a mesma.
Padre Roberto: Bom dia, senhora! À senhora está se caminhando para a igreja?
Mulher: Sua benção, senhor padre!
Padre Roberto: Deus, te abençoe!
Mulher: Eu não vou para a igreja não.
Padre Roberto: À senhora não quer se confessar não?
Mulher: Não, obrigada!
Ela se retira e voltar a caminhar para o seu destino.
Padre Roberto: De todos os jeitos, eu não tive chance com ela!

Na casa de Ana, na sala, Regina com o seu filho no colo e Rodrigo conversam.
Regina: À Ana está aí?
Rodrigo: Não, ela está na loja.
Regina: Eu queria falar com ela, mas deixa. Aqui, eu trouxe o meu filho para o senhor ver o seu irmão.
Rodrigo acariciando o seu irmão, fala:
Rodrigo: Nossa, como ele está crescendo, e ficando bonito igual ao irmão!

Na casa de Ana, na cozinha, Ana, Rodrigo, Isabela, Felipe, Maria e Regina com o seu filho no colo almoçam.
Regina: Então, quer dizer que o senhor Felipe e à senhora Maria são pai e prima da Isabela, com quem o Rodrigo se relaciona.
Ana: Isso! Mas a senhora não pode contar para ninguém, senhora Regina.
Regina: Pode deixar, eu nunca magoaria o querido Rodrigo!

Na casa de Regina, na sala, Regina e padre Ricardo conversam.
Padre Ricardo: Ficou satisfeita com o dinheiro que eu peguei do cofre da igreja e te dei?
Regina: Claro que fiquei, mas não resolve os meus problemas totalmente.
Padre Ricardo: Não? Pode falar, que se à senhora precisar, eu te dou mais!
Regina: Não deu para pagar as contas todas, e ainda falta outras para pagar, que são caríssimas. Eu sei que o senhor ganha muito da igreja, na verdade, que os senhores padres e o bispo pegam a metade do dinheiro das doações dos fiéis da igreja, o senhor podia fazer um esforço, e me dar uma parte do que o senhor tem.
Padre Ricardo: Eu sei que a sua situação está difícil, e que à senhora mostra só por aparências que está confortavelmente economicamente, por isso, eu irei ajudar sim, a senhora sair dessa situação de insegurança economicamente.

Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

As cruzadas


No capítulo anterior, anoitece em São João D' Acre. Pedro chega na mata, e surpreende à Odete.
Odete: Pedro, o senhor está louco? Como o senhor tem coragem de vir aqui à noite?
Pedro: À senhora é a minha motivação para a minha coragem!
Odete: Mas eu canso de te lembrar, os seus pais podem ficar desconfiados.
Pedro: Ficam não, eles nem se importam comigo, eles estão se importando em ficarem brigando.
Odete: Com essa sua bravura, o senhor me conquista mais a cada dia!
Pedro: Esse é o meu objetivo!
Os dois se beijam na boca.

Na casa de Ana, no quarto de Rodrigo, Isabela e Rodrigo conversam.
Isabela: Rodrigo, é muito bom ficar na sua casa, eu estou muito bem acolhida aqui, mas eu estou começando a me preocupar e a sentir saudades do meu pai e da minha prima.
Rodrigo: Eu sei como é! Mas eu vou estar do seu lado sempre, e eles devem estar bem, não precisa se preocupar!

Maria e seu tio Felipe, enfim, encontram a casa de Rodrigo. Eles batem na porta, e a empregada vai atendê-los.
Empregada: Boa noite, o que os senhores desejam?
Maria: Nós estamos procurando pelo o senhor Rodrigo.
Felipe: Credo Maria, à senhora toma a minha fala, era eu que iria falar, sua intrometida!
Empregada: Eu vou chamá-lo!
Depois de alguns minutos, Rodrigo vai atendê-los e os chama para entrarem para a sala.
Felipe: Onde está a minha filha, seu desgraçado?
Rodrigo: Calma, senhor Felipe, ela está aqui, ela está no quarto de hóspedes.
Felipe: Chame ela imediatamente!
Rodrigo: Empregada, por favor, vá chamá-la!
Maria com um certo assanhamento, fala:
Maria: Oi, senhor Rodrigo, o senhor lembra de mim? O senhor continua bonito como sempre!
Felipe: Maria, por favor, fique quieta, já basta à Isabela ter se apaixonado por ele, agora só falta à senhora também se apaixonar por ele.
Maria: Eu só estou o elogiando!
Isabela chega na sala.
Isabela: Pai, Maria?
Felipe: À senhora vai embora comigo agora!
Isabela: Pai, agora está de noite, e mesmo se não estivesse, eu não iria!
Felipe: À senhora não me responda!
Rodrigo: Senhor Felipe, o senhor deve estar cansado por causa da viagem e pelo o senhor ter dormido nessas pensões que tem aqui, até o senhor encontrar a minha casa. Por isso, o senhor não acha melhor dormir por aqui hoje, e deixar esse assunto para amanhã?
Felipe: Acho! Muito obrigado, por me deixar dormir aqui, mas não pense que eu fiquei íntimo do senhor.
Maria: Eu vou adorar dormir nessa casa de rico!

Amanhece em Jerusalém. Na rua, ao ir para o seu comércio, Marcelo vê Gabriela dançando junto com mendigos na rua.
Marcelo: Bom dia, senhora Gabriela! À senhora está dançando muito bonito!
Gabriela: O senhor quer que eu dance para o senhor na sua casa hoje à noite?
Marcelo: Sua engraçadinha, eu entendi o que à senhora quis dizer!
Gabriela: E aí, o senhor quer que eu dance para o senhor?
Marcelo: Quero, vou ficar te esperando ansiosamente!

Ao sair da igreja, padre Roberto vê uma mulher que pelas as vestes parece que é muito pobre, andando na rua. Ele fica encantado com a sua beleza, e se dirige até ela, para falar com a mesma.
Padre Roberto: Bom dia, senhora!

Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

As cruzadas


No capítulo anterior, em casa, na sala, Olívia fala para si mesma.
Olívia: Eu vou pedir demissão para à Ana, eu não quero mais trabalhar nos comércios que agora são dela, principalmente por causa desse motivo, dela agora ser dona dos comércios que eram do Paulo. E eu vou fazer isso amanhã mesmo!

Em casa, no quarto, Regino e Sueli conversam.
Sueli: Regino, por que o senhor está tão calado?
Regino: O nosso casamento está tão desgastado que eu não estou tendo assunto para conversar com à senhor.
Sueli: Eu sei como mudar essa situação!
Regino: Como?
Sueli: Fazendo amor! Vamos fazer amor hoje, Regino, tem tanto tempo que nós não fazemos mais.
Regino: Eu acho que nem isso eu estou com vontade mais de fazer com à senhora!

Amanhece em Jerusalém. Na rua, caracterizados para lutarem com os muçulmanos, Lúcio e Mateus conversam.
Mateus: Lúcio, eu conheci uma garota muito bonita, eu acho que eu gostei dela!
Lúcio: Aqui, eu não me relacionei com nenhuma garota até agora, o senhor bem que poderia revezar essa garota comigo.
Mateus: Vamos ver, talvez eu deixe!

Em casa, na cozinha, Sueli prepara o almoço. Pedro chega na cozinha, e conversa com ela.
Pedro: Mãe, como essa cidade mudou.
Sueli: Como assim, filho?
Pedro: À senhora enfim, conseguiu convencer o Lúcio a ir para a guerra, fato que ele detestava. E outra coisa mudou, os padres começaram a roubar mais do que antes.
Antes que à sua mãe falasse alguma coisa, Pedro se retira do local.
Sueli: Esse menino só pode que está ficando rebelde, ou na verdade, ele sempre foi.

Olívia vai até o comércio de Paulo, e se dirige até à sala de Ana.
Ana: Bom dia, senhora Olívia!
Olívia: Bom dia, senhora Ana!
Ana: O que à senhora deseja?
Olívia: Eu vim pedir minha demissão.
Ana: Olha que curioso, à senhora veio pedir demissão. E eu achando que mesmo depois da senhora ter confessado que me traia com o meu marido, à senhora não teria vergonha na cara de pedir sua demissão, esperaria eu fazer isso. Mas não, à senhora pelo menos isso à senhora tem! Eu aceito com toda felicidade do mundo, à sua demissão!

Na mata da cidade, Odete e Pedro conversam.
Odete: Sabia que o senhor ao mesmo tempo, me mata de raiva e me mata de alegria?
Pedro: Por que?
Odete: Porque o senhor corre perigo vindo aqui me ver, alguém pode te seguir, e assim, me encontrar aqui, e prender nós ao mesmo tempo. A sua mãe desconfia das suas sumidas não?
Pedro: Eu acho que sim, mas até hoje ela não falou nada comigo.

No salão paroquial da igreja, os padres almoçam.
Padre Roberto: Senhores padres, têm horas que me dá vontade de ter uma família, pois eu fico imaginando nós almoçando todos juntos, como uma família mesmo.
Padre Ricardo: Eu também penso nisso, mas me dá medo de pensar nessas coisas, e acabar praticando-as escondido e depois ser reprimido por isso.
Padre Reginaldo: Já eu, não penso nessas bobagens, como os senhores.

Na igreja, em sua sala, bispo Sebastião conversa com padre Roberto.
Bispo Sebastião: Padre, eu estou decidido em largar a função de bispo, só não sei o momento certo de fazer isso.
Padre Roberto: Senhor bispo, não se precipite, vá com calma, pense direitinho nessa decisão. Isso é um assunto delicado, atinge várias pessoas e uma instituição, que é a igreja católica dessa cidade. Pense também, no povo dessa cidade, o que eles pensariam, eles ficariam revoltados com o senhor.
Bispo Sebastião: Eu não sei o que eu faço, eu só estou cansado desse cargo!

Em Jerusalém, chega uma mulher no comércio de Padeceu para fazer compras.
Padeceu: Boa tarde! À senhora pode ficar a vontade aqui!
Mulher: Tudo bem!
Padeceu: Aqui, desculpe a inconveniência, mas à senhora não quer se relacionar comigo não?
Mulher: Seu safado!
A mulher sai do comércio de Padeceu.
Padeceu: Eu só estou querendo sair dessa seca de mulher que eu estou passando!

Anoitece em São João D' Acre. Pedro chega na mata, e surpreende à Odete.
Odete: Pedro, o senhor está louco? Como o senhor tem coragem de vir aqui à noite?

Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

As cruzadas


No capítulo anterior, em São João D' Acre, na mata da cidade, Odete e Pedro conversam.
Odete: Pedro, eu acho melhor o senhor voltar para casa, daqui a pouco os seus pais irão desconfiar das suas sumidas!
Pedro: Eu não irei, enquanto eu não aproveitar o máximo da senhora!
Odete então grita.
Odete: Vá, Pedro, por favor!
Pedro gritando mais alto, rebate.
Pedro: Não vou, Odete!
Depois disso, ele fala calmamente.
Pedro: Odete, eu quero ficar com à senhora por muitas horas, dias ou anos. Eu só não quero me desgrudar da senhora a força, eu quero pela a minha própria vontade. E aliás, como à senhora quer que eu desgrude da senhora, se eu sou louco pelos os seus beijos, e os quero toda hora?
Odete: Tudo bem, Pedro! O senhor pode ficar, mas até antes de anoitecer!
Pedro: Tá bom, mas agora, me dê um monte de beijos!
Eles se beijam na boca.

Na igreja, na sala de confissão, Regina e padre Ricardo conversam.
Regina: Padre, o senhor acredita que os meus comércios estão entrando numa profunda crise, e eu estou quase ficando endividada?
Padre Ricardo: Impossível, o José era riquíssimo!
Regina: Era só de aparências, mas na verdade, ele me confidenciou isso, ele estava passando por uma crise financeira. Por isso, eu vim lhe pedir, um pouco de dinheiro, para começar a pagar as dívidas que chegarão daqui há alguns dias.
Padre Ricardo: Tá bom, eu irei pegar dinheiro escondido no cofre da igreja, que só os padres sabem onde fica.
Regina: Deixe eu ir com o senhor.
Padre Ricardo: Senhora Regina, é melhor não!
Regina: O senhor não confia em mim?
Padre Ricardo: Tá bom, pode vir, mas à senhora não pode contar para ninguém, onde fica esse cofre!

Anoitece em São João D' Acre. Ana chega em casa, com um saco cheio na mão. Na sala, Rodrigo e Isabela ficam curiosos para saberem o que tem dentro do saco.
Ana: Boa noite, aos senhores!
Rodrigo: Ana, o que tem dentro desse saco?
Ana: Um monte de coisas que são vendidas nos comércios do falecido Paulo, quer dizer, nos meus comércios, pois como ele morreu, agora os comércios me pertencem.
Isabela: Mas por que à senhora os trouxe para cá?
Ana: Eu peguei um pouco das coisas que são vendidas lá, para mim. Pois agora que eu tenho comércios, eu não preciso ficar comprando, e sim, pegar as coisas que eu preciso dos meus comércios. Mas eu não vou ficar só para mim, eu vou doar algumas coisas para os pobres também.
Rodrigo: Irmã, à senhora está completamente doida!

Em casa, na sala, Olívia fala para si mesma.
Olívia: Eu vou pedir demissão para à Ana, eu não quero mais trabalhar nos comércios que agora são dela, principalmente por causa desse motivo, dela agora ser dona dos comércios que eram do Paulo.

Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

As cruzadas


No capítulo anterior, amanhece em Jerusalém. Na rua, Mateus vê uma mulher muito bonita, ele vai até ela para perguntar seu nome.
Mateus: Me desculpe, mas eu queria saber o nome da senhora?
Gabriela: Eu me chamo Gabriela, senhor.
Mateus: Nossa, eu fiquei encantado com a sua beleza!
Gabriela: Obrigada! O senhor também é muito bonito!
Mateus: Os seus olhos parecem fontes de mel!
Gabriela: Nossa, que homem galanteador!
Mateus: Eu sou mesmo, quando eu quero conquistar uma mulher bonita.
Gabriela: O que o senhor está tentando comigo?
Mateus: Eu quero me relacionar com à senhora.
Gabriela: Como prostituta, ou como mulher?
Mateus: Com o jeito que à senhora quiser relacionar comigo.

Em São João D' Acre, no comércio que antes era do Paulo, (com a sua morte, ele se torna pertencente à Ana), Rodrigo e Isabela conversam.
Isabela: Rodrigo, me dá um beijo, amor.
Rodrigo: Aqui, não, Isabela! No meu trabalho eu não posso!
Isabela: Agora quem será o dono dos comércios do Paulo?
Rodrigo: Certamente, será à Ana.

Na rua, Maria e Felipe continuam a procurar pela à Isabela.
Maria: Tio, eu não estou mais aguentando procurar à Isabela!
Felipe: Eu também não! Ela deve estar na casa do Rodrigo.
Maria: Verdade! Agora é só perguntar onde é a casa do Rodrigo.

Em Jerusalém, em sua casa, Marcelo almoça com Padeceu.
Marcelo: Padeceu, o senhor sabe alguma coisa da Maria?
Padeceu: Não!
Marcelo: Ela sumiu. Nós tivemos uma relação tão bonita, mas depois, ela sumiu, e não me visitou mais, por isso a relação foi se desgastando.
Padeceu: Agora o senhor sentiu saudades dela também? O senhor tem que se decidir com quem o senhor vai ficar, se é com à Gabriela ou com à Maria!

Em São João D' Acre, na mata da cidade, Odete e Pedro conversam.
Odete: Pedro, eu acho melhor o senhor voltar para casa, daqui a pouco os seus pais irão desconfiar das suas sumidas!
Pedro: Eu não irei, enquanto eu não aproveitar o máximo da senhora!
Odete então grita.
Odete: Vá, Pedro, por favor!
Pedro gritando mais alto, rebate.
Pedro: Não vou, Odete!

Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

As cruzadas


No capítulo anterior, em casa, na sala, Ana está com alguns homens mendigos que ela chamou para irem em sua casa.
Ana: Boa noite, meus queridos! Eu os chamei aqui, porque até para se relacionar com uma mulher é caro para os senhores. Mas hoje, eu vou ficar com todos os senhores!
Rodrigo e Isabela saem de seus quartos respectivamente, e chegam na sala.
Rodrigo: O que é isso?
Ana: É o que o senhor está vendo!
Rodrigo: Ana, o seu marido morreu hoje, à senhora devia estar de luto!
Ana: A vida é muito curta para eu ficar de luto, Rodrigo, eu quero é aproveitá-la!
Rodrigo: Ana, por favor, pare com essa palhaçada! À senhora está assustando à Isabela!
Ana: Estou nada, eu aposto que ela já está acostumada a ver isso na cidade dela! Todos no fundo, escondem a sexualidade e o prazer dentro de si!
Rodrigo: Ana, pare de falar essas coisas, isso não é coisa que uma dama da sociedade possa dizer!
Ana: Eu não sou uma dama da sociedade, e nem quero ser, eu quero ser à rainha dos mendigos, começando por estes daqui!
Rodrigo: Ana, pare!
Ana: O senhor é muito chato, Rodrigo, suba para o seu quarto e vá se relacionar com à Isabela!
Rodrigo: Vamos então, Isabela, deixe essa louca por aí!

Amanhece em São João D' Acre. Suei e Pedro estão na cozinha tomando o café-da-manhã.. Sueli está esperando ansiosamente Regino sair do quarto e vir para cozinha. Regino então, chega na cozinha.
Regino: Bom dia!
Pedro: Bom dia, pai!
Sueli: Bom dia, amor! Eu estou com saudades de ganhar um beijo seu!
Regino: Eu só irei conceder esse presente para à senhora, depois que à senhora mudar o seu comportamento de minha esposa!

Em Jerusalém, na rua, Lúcio e Mateus conversam.
Mateus: Lúcio, o senhor sabia que o Paulo morreu ontem?
Lúcio: Aquele homem poderoso de São João D' Acre?
Mateus: Esse mesmo!
Lúcio: Aposto que foi algum muçulmano que o matou.
Mateus; Estão dizendo que sim.
Lúcio: Esses muçulmanos ainda irão pagar!

Em São João D' Acre, Ana vai até à casa de Olívia. Na sala, elas conversam.
Ana: Olívia, pode falar, com toda a sua sinceridade, eu não ficarei magoada. À senhora me traiu com o meu marido, não é?
Olívia: Por que à senhora está me perguntando isso?
Ana: Porque agora que ele está morto, é hora da verdade aparecer!
Olívia: Eu me relacionei com o seu marido sim!
Ana dá um tapa no rosto de Olívia.
Ana: Eu só queria saber, para poder fazer isso na senhora!

Na mata da cidade, Odete está com fome, até que chega Pedro no local trazendo comida para ela.
Odete: Pedro, como o senhor me achou aqui?
Pedro: À senhora se esqueceu que eu já fiquei aqui com à senhora. Por isso, eu pensei que à senhora só poderia estar aqui.
Os dois se beijam na boca.

Na igreja, depois do término da missa do padre Roberto, uma mendiga vai até ele, para conversar com o mesmo.
Mendiga: Padre Roberto, eu queria um santo para eu colocar em casa, para proteger a minha família. O senhor tem como me dar um?
Padre Roberto: À senhora vai pagar pelo o santo?
Mendiga: Eu não tenho dinheiro nem para alimentar minha filha.
Padre Roberto: Se não for pagar pelo o santo, pode ir embora!
A mulher sai da igreja chorando.

Na igreja, na sala de confissão, Regina conversa com padre Ricardo.
Padre Ricardo: À senhora veio se confessar?
Regina: Vim!
Padre Ricardo: Pode começar!
Regina: Padre, eu me apaixonei por um padre que eu acho que me enfeitiçou, e por isso, eu não consigo parar de pensar e desgrudar dele.

Anoitece em São João D' Acre. Padre Reginaldo vai até à casa de Neusa. Na sala, eles conversam.
Padre Reginaldo: Senhora Neusa, eu vim aqui, para lhe pedir desculpas, já pela a segunda tentativa, pois na primeira à senhora não me desculpou. Eu quero lhe pedir desculpas por tudo que eu te magoei, e vim propor a minha amizade para à senhora.
Neusa: O senhor me dá alguns dias para eu pensar?
Padre Reginaldo: Claro que sim!

Na igreja, em sua sala, bispo Sebastião conversa com padre Ricardo.
Bispo Sebastião: Padre, eu já não estou aguentando mais as tarefas de bispo, eu estou quase entregando o meu cargo.
Padre Ricardo: Não, bispo, o senhor não pode fazer isso!
Bispo Sebastião: Eu sei, por isso eu tenho que pensar bastante!

Em Jerusalém, em sua casa, na sala, Marcelo conversa com Padeceu.
Padeceu: Marcelo, eu estou achando que a nossa vida está parada há muito tempo! Por isso, eu estava pensando, em talvez nós fazermos uma viagem.
Marcelo: Para o senhor a vida pode estar parada, mas para mim, não está!
Padeceu: Eu sei porque não está, por causa da Gabriela! Depois que ela apareceu na sua vida, sua vida deu uma guinada! Não é mesmo?
Marcelo: Como sempre, o senhor acertou de novo!

Amanhece em Jerusalém. Na rua, Mateus vê uma mulher muito bonita, ele vai até ela para perguntar seu nome.
Mateus: Me desculpe, mas eu queria saber o nome da senhora?

Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

As cruzadas


No capítulo anterior, anoitece em São João D' Acre. Em casa, na sala, Regino, Sueli e Pedro conversam.
Regino: O senhores sabem da novidade?
Pedro: Não!
Sueli: Não, qual?
Regino: O padre Roberto falou que o Paulo foi encontrado morto na mata da cidade.
Sueli: Morto, e no mesmo local que foi encontrado o corpo do José?
Regino: Sim!
Sueli: E eles estão desconfiando que foi algum muçulmano que o matou?
Regino: Sim, pois antes do acontecido, à Ana falou para ele que um muçulmano tinha marcado um encontro com ele na mata da cidade, ela até alertou ele, de ir armado para prevenir de algum acontecimento trágico. Mesmo ele armado, pois ele levou uma espada dele no bolso, o muçulmano o conseguiu matá-lo.
Sueli: E à Ana e os familiares já sabem?
Regino: Sim, o padre Roberto já avisou-lhes.

Em casa, na sala, Regina conversa com o padre Ricardo.
Regina: O senhor sabe que até que eu fiquei aliviada com a morte do Paulo.
Padre Ricardo: Credo, Regina! À senhora não tem compaixão?
Regina: Tenho, mas ele era muito chato e ganancioso, queria o poder todo para ele! Mas agora, vamos aproveitar que o meu filho está dormindo no meu quarto, e vamos aproveitar um pouco.
Os dois se beijam na boca.

Em casa, na sala, Ana está com alguns homens mendigos que ela chamou para irem em sua casa.
Ana: Boa noite, meus queridos! Eu os chamei aqui, porque até para se relacionar com uma mulher é caro para os senhores. Mas hoje, eu vou ficar com todos os senhores!
Rodrigo e Isabela saem de seus quartos respectivamente, e chegam na sala.
Rodrigo: O que é isso?
Ana: É o que o senhor está vendo!
Rodrigo: Ana, o seu marido morreu hoje, à senhora devia estar de luto!
Ana: A vida é muito curta para eu ficar de luto, Rodrigo, eu quero é aproveitá-la!

Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.