Este blog foi feito, para falar um pouco da minha vida e expressar minha opinião, sobre os assuntos da atualidade.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
As cruzadas
No capítulo anterior, em São João D' Acre, na mata da cidade, Odete e Pedro conversam.
Odete: Pedro, eu acho melhor o senhor voltar para casa, daqui a pouco os seus pais irão desconfiar das suas sumidas!
Pedro: Eu não irei, enquanto eu não aproveitar o máximo da senhora!
Odete então grita.
Odete: Vá, Pedro, por favor!
Pedro gritando mais alto, rebate.
Pedro: Não vou, Odete!
Depois disso, ele fala calmamente.
Pedro: Odete, eu quero ficar com à senhora por muitas horas, dias ou anos. Eu só não quero me desgrudar da senhora a força, eu quero pela a minha própria vontade. E aliás, como à senhora quer que eu desgrude da senhora, se eu sou louco pelos os seus beijos, e os quero toda hora?
Odete: Tudo bem, Pedro! O senhor pode ficar, mas até antes de anoitecer!
Pedro: Tá bom, mas agora, me dê um monte de beijos!
Eles se beijam na boca.
Na igreja, na sala de confissão, Regina e padre Ricardo conversam.
Regina: Padre, o senhor acredita que os meus comércios estão entrando numa profunda crise, e eu estou quase ficando endividada?
Padre Ricardo: Impossível, o José era riquíssimo!
Regina: Era só de aparências, mas na verdade, ele me confidenciou isso, ele estava passando por uma crise financeira. Por isso, eu vim lhe pedir, um pouco de dinheiro, para começar a pagar as dívidas que chegarão daqui há alguns dias.
Padre Ricardo: Tá bom, eu irei pegar dinheiro escondido no cofre da igreja, que só os padres sabem onde fica.
Regina: Deixe eu ir com o senhor.
Padre Ricardo: Senhora Regina, é melhor não!
Regina: O senhor não confia em mim?
Padre Ricardo: Tá bom, pode vir, mas à senhora não pode contar para ninguém, onde fica esse cofre!
Anoitece em São João D' Acre. Ana chega em casa, com um saco cheio na mão. Na sala, Rodrigo e Isabela ficam curiosos para saberem o que tem dentro do saco.
Ana: Boa noite, aos senhores!
Rodrigo: Ana, o que tem dentro desse saco?
Ana: Um monte de coisas que são vendidas nos comércios do falecido Paulo, quer dizer, nos meus comércios, pois como ele morreu, agora os comércios me pertencem.
Isabela: Mas por que à senhora os trouxe para cá?
Ana: Eu peguei um pouco das coisas que são vendidas lá, para mim. Pois agora que eu tenho comércios, eu não preciso ficar comprando, e sim, pegar as coisas que eu preciso dos meus comércios. Mas eu não vou ficar só para mim, eu vou doar algumas coisas para os pobres também.
Rodrigo: Irmã, à senhora está completamente doida!
Em casa, na sala, Olívia fala para si mesma.
Olívia: Eu vou pedir demissão para à Ana, eu não quero mais trabalhar nos comércios que agora são dela, principalmente por causa desse motivo, dela agora ser dona dos comércios que eram do Paulo.
Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
As cruzadas
No capítulo anterior, amanhece em Jerusalém. Na rua, Mateus vê uma mulher muito bonita, ele vai até ela para perguntar seu nome.
Mateus: Me desculpe, mas eu queria saber o nome da senhora?
Gabriela: Eu me chamo Gabriela, senhor.
Mateus: Nossa, eu fiquei encantado com a sua beleza!
Gabriela: Obrigada! O senhor também é muito bonito!
Mateus: Os seus olhos parecem fontes de mel!
Gabriela: Nossa, que homem galanteador!
Mateus: Eu sou mesmo, quando eu quero conquistar uma mulher bonita.
Gabriela: O que o senhor está tentando comigo?
Mateus: Eu quero me relacionar com à senhora.
Gabriela: Como prostituta, ou como mulher?
Mateus: Com o jeito que à senhora quiser relacionar comigo.
Em São João D' Acre, no comércio que antes era do Paulo, (com a sua morte, ele se torna pertencente à Ana), Rodrigo e Isabela conversam.
Isabela: Rodrigo, me dá um beijo, amor.
Rodrigo: Aqui, não, Isabela! No meu trabalho eu não posso!
Isabela: Agora quem será o dono dos comércios do Paulo?
Rodrigo: Certamente, será à Ana.
Na rua, Maria e Felipe continuam a procurar pela à Isabela.
Maria: Tio, eu não estou mais aguentando procurar à Isabela!
Felipe: Eu também não! Ela deve estar na casa do Rodrigo.
Maria: Verdade! Agora é só perguntar onde é a casa do Rodrigo.
Em Jerusalém, em sua casa, Marcelo almoça com Padeceu.
Marcelo: Padeceu, o senhor sabe alguma coisa da Maria?
Padeceu: Não!
Marcelo: Ela sumiu. Nós tivemos uma relação tão bonita, mas depois, ela sumiu, e não me visitou mais, por isso a relação foi se desgastando.
Padeceu: Agora o senhor sentiu saudades dela também? O senhor tem que se decidir com quem o senhor vai ficar, se é com à Gabriela ou com à Maria!
Em São João D' Acre, na mata da cidade, Odete e Pedro conversam.
Odete: Pedro, eu acho melhor o senhor voltar para casa, daqui a pouco os seus pais irão desconfiar das suas sumidas!
Pedro: Eu não irei, enquanto eu não aproveitar o máximo da senhora!
Odete então grita.
Odete: Vá, Pedro, por favor!
Pedro gritando mais alto, rebate.
Pedro: Não vou, Odete!
Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
As cruzadas
No capítulo anterior, em casa, na sala, Ana está com alguns homens mendigos que ela chamou para irem em sua casa.
Ana: Boa noite, meus queridos! Eu os chamei aqui, porque até para se relacionar com uma mulher é caro para os senhores. Mas hoje, eu vou ficar com todos os senhores!
Rodrigo e Isabela saem de seus quartos respectivamente, e chegam na sala.
Rodrigo: O que é isso?
Ana: É o que o senhor está vendo!
Rodrigo: Ana, o seu marido morreu hoje, à senhora devia estar de luto!
Ana: A vida é muito curta para eu ficar de luto, Rodrigo, eu quero é aproveitá-la!
Rodrigo: Ana, por favor, pare com essa palhaçada! À senhora está assustando à Isabela!
Ana: Estou nada, eu aposto que ela já está acostumada a ver isso na cidade dela! Todos no fundo, escondem a sexualidade e o prazer dentro de si!
Rodrigo: Ana, pare de falar essas coisas, isso não é coisa que uma dama da sociedade possa dizer!
Ana: Eu não sou uma dama da sociedade, e nem quero ser, eu quero ser à rainha dos mendigos, começando por estes daqui!
Rodrigo: Ana, pare!
Ana: O senhor é muito chato, Rodrigo, suba para o seu quarto e vá se relacionar com à Isabela!
Rodrigo: Vamos então, Isabela, deixe essa louca por aí!
Amanhece em São João D' Acre. Suei e Pedro estão na cozinha tomando o café-da-manhã.. Sueli está esperando ansiosamente Regino sair do quarto e vir para cozinha. Regino então, chega na cozinha.
Regino: Bom dia!
Pedro: Bom dia, pai!
Sueli: Bom dia, amor! Eu estou com saudades de ganhar um beijo seu!
Regino: Eu só irei conceder esse presente para à senhora, depois que à senhora mudar o seu comportamento de minha esposa!
Em Jerusalém, na rua, Lúcio e Mateus conversam.
Mateus: Lúcio, o senhor sabia que o Paulo morreu ontem?
Lúcio: Aquele homem poderoso de São João D' Acre?
Mateus: Esse mesmo!
Lúcio: Aposto que foi algum muçulmano que o matou.
Mateus; Estão dizendo que sim.
Lúcio: Esses muçulmanos ainda irão pagar!
Em São João D' Acre, Ana vai até à casa de Olívia. Na sala, elas conversam.
Ana: Olívia, pode falar, com toda a sua sinceridade, eu não ficarei magoada. À senhora me traiu com o meu marido, não é?
Olívia: Por que à senhora está me perguntando isso?
Ana: Porque agora que ele está morto, é hora da verdade aparecer!
Olívia: Eu me relacionei com o seu marido sim!
Ana dá um tapa no rosto de Olívia.
Ana: Eu só queria saber, para poder fazer isso na senhora!
Na mata da cidade, Odete está com fome, até que chega Pedro no local trazendo comida para ela.
Odete: Pedro, como o senhor me achou aqui?
Pedro: À senhora se esqueceu que eu já fiquei aqui com à senhora. Por isso, eu pensei que à senhora só poderia estar aqui.
Os dois se beijam na boca.
Na igreja, depois do término da missa do padre Roberto, uma mendiga vai até ele, para conversar com o mesmo.
Mendiga: Padre Roberto, eu queria um santo para eu colocar em casa, para proteger a minha família. O senhor tem como me dar um?
Padre Roberto: À senhora vai pagar pelo o santo?
Mendiga: Eu não tenho dinheiro nem para alimentar minha filha.
Padre Roberto: Se não for pagar pelo o santo, pode ir embora!
A mulher sai da igreja chorando.
Na igreja, na sala de confissão, Regina conversa com padre Ricardo.
Padre Ricardo: À senhora veio se confessar?
Regina: Vim!
Padre Ricardo: Pode começar!
Regina: Padre, eu me apaixonei por um padre que eu acho que me enfeitiçou, e por isso, eu não consigo parar de pensar e desgrudar dele.
Anoitece em São João D' Acre. Padre Reginaldo vai até à casa de Neusa. Na sala, eles conversam.
Padre Reginaldo: Senhora Neusa, eu vim aqui, para lhe pedir desculpas, já pela a segunda tentativa, pois na primeira à senhora não me desculpou. Eu quero lhe pedir desculpas por tudo que eu te magoei, e vim propor a minha amizade para à senhora.
Neusa: O senhor me dá alguns dias para eu pensar?
Padre Reginaldo: Claro que sim!
Na igreja, em sua sala, bispo Sebastião conversa com padre Ricardo.
Bispo Sebastião: Padre, eu já não estou aguentando mais as tarefas de bispo, eu estou quase entregando o meu cargo.
Padre Ricardo: Não, bispo, o senhor não pode fazer isso!
Bispo Sebastião: Eu sei, por isso eu tenho que pensar bastante!
Em Jerusalém, em sua casa, na sala, Marcelo conversa com Padeceu.
Padeceu: Marcelo, eu estou achando que a nossa vida está parada há muito tempo! Por isso, eu estava pensando, em talvez nós fazermos uma viagem.
Marcelo: Para o senhor a vida pode estar parada, mas para mim, não está!
Padeceu: Eu sei porque não está, por causa da Gabriela! Depois que ela apareceu na sua vida, sua vida deu uma guinada! Não é mesmo?
Marcelo: Como sempre, o senhor acertou de novo!
Amanhece em Jerusalém. Na rua, Mateus vê uma mulher muito bonita, ele vai até ela para perguntar seu nome.
Mateus: Me desculpe, mas eu queria saber o nome da senhora?
Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
As cruzadas
No capítulo anterior, anoitece em São João D' Acre. Em casa, na sala, Regino, Sueli e Pedro conversam.
Regino: O senhores sabem da novidade?
Pedro: Não!
Sueli: Não, qual?
Regino: O padre Roberto falou que o Paulo foi encontrado morto na mata da cidade.
Sueli: Morto, e no mesmo local que foi encontrado o corpo do José?
Regino: Sim!
Sueli: E eles estão desconfiando que foi algum muçulmano que o matou?
Regino: Sim, pois antes do acontecido, à Ana falou para ele que um muçulmano tinha marcado um encontro com ele na mata da cidade, ela até alertou ele, de ir armado para prevenir de algum acontecimento trágico. Mesmo ele armado, pois ele levou uma espada dele no bolso, o muçulmano o conseguiu matá-lo.
Sueli: E à Ana e os familiares já sabem?
Regino: Sim, o padre Roberto já avisou-lhes.
Em casa, na sala, Regina conversa com o padre Ricardo.
Regina: O senhor sabe que até que eu fiquei aliviada com a morte do Paulo.
Padre Ricardo: Credo, Regina! À senhora não tem compaixão?
Regina: Tenho, mas ele era muito chato e ganancioso, queria o poder todo para ele! Mas agora, vamos aproveitar que o meu filho está dormindo no meu quarto, e vamos aproveitar um pouco.
Os dois se beijam na boca.
Em casa, na sala, Ana está com alguns homens mendigos que ela chamou para irem em sua casa.
Ana: Boa noite, meus queridos! Eu os chamei aqui, porque até para se relacionar com uma mulher é caro para os senhores. Mas hoje, eu vou ficar com todos os senhores!
Rodrigo e Isabela saem de seus quartos respectivamente, e chegam na sala.
Rodrigo: O que é isso?
Ana: É o que o senhor está vendo!
Rodrigo: Ana, o seu marido morreu hoje, à senhora devia estar de luto!
Ana: A vida é muito curta para eu ficar de luto, Rodrigo, eu quero é aproveitá-la!
Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
As cruzadas
No capítulo anterior, no comércio de Paulo, Sueli e Rodrigo conversam.
Rodrigo: Senhora Sueli, à senhora veio comprar o quê?
Sueli: Na verdade, eu vim te dar um presente.
Rodrigo: Um presente? Mas eu não estou fazendo aniversário!
Sueli: Mas eu vim te presenteá-lo, pois para mim, o senhor é um grande amigo! Aqui o presente!
Sueli entrega o presente para o Rodrigo.
Sueli: Espero que o senhor goste, é uma joia, não é muito cara, porque eu não tenho muito dinheiro.
Rodrigo: Muito obrigado, senhora Sueli!
Sueli: Senhor Rodrigo, se eu fosse solteira, o senhor se relacionaria comigo?
Rodrigo: Isso é pergunta de se fazer, senhora Sueli?
Sueli: Eu só queria saber sua opinião, senhor Rodrigo!
Rodrigo: Mas, por que à senhora precisa tanto da minha opinião?
Sueli: Porque há uns dias atrás, eu tenho reparado no senhor, e acho que eu nutri um sentimento pelo o senhor.
Rodrigo: Que tipo de sentimento?
Sueli: Sei lá, eu acho que é de amizade e de ternura, mas vamos deixar esse assunto para lá!
Em sua casa, na sala, Ana conversa com à Isabela.
Ana: E aí, Isabela, está gostando de ficar aqui?
Isabela: Estou, nunca pensei que seria tão bem tratada aqui!
Ana: À senhora e o meu irmão se conheceram em Jerusalém?
Isabela: Sim! Senhora Ana, eu não estou correndo perigo de ficar aqui?
Ana: Não, eu não irei deixar os padres e ninguém mais descobrir que à senhora está aqui!
Isabela: Obrigada, senhora Ana!
Ana: À senhora veio para cá, atrás do meu irmão. Mas, por quê?
Isabela: Ele estava em Jerusalém e depois veio para cá. Eu pensei que ele voltaria para Jerusalém depois de algum tempo, por causa de mim, mas isso não aconteceu, e por isso, eu decidi vir atrás dele, e fui recepcionada aqui muito bem, por todos.
À cavalo, Maria e Felipe juntamente com os outros muçulmanos, chegam em São João D' Acre.
Maria: Tio, nós chegamos na cidade, não é perigoso nós sermos pegos pelos os padres não?
Felipe: Se alguma pessoa daqui ou algum padre vier perguntar para nós, quem somos, nós vamos falar que somos católicos. Que nós moramos na roça e viemos à cidade fazer compras.
Maria: O que eu quero mesmo aqui, é arranjar algum homem para me relacionar!
Felipe: O quê?
Maria: Nada, tio! Eu não disse nada!
Em Jerusalém, no seu comércio, Marcelo está distraído em seus pensamentos. Padeceu chega no local, e percebe a distração de seu amigo.
Padeceu: Aposto que está pensando na Gabriela?
Marcelo: E se eu não tiver?
Padeceu: Não está pensando nela mesmo?
Marcelo: Estou sim, o senhor sempre acerta os meus pensamentos!
Padeceu: Deixa de bobeira, Marcelo, ela voltará, o senhor vai ver só!
Gabriela aparece no comércio de Marcelo, e ele fica radiante.
Gabriela: Boa tarde, senhor Marcelo!
Marcelo: Boa tarde! Por onde à senhora andou?
Gabriela: Eu não vim aqui falar sobre onde eu andei, e sim, para agradecer pessoalmente as flores que o senhor me deu.
Marcelo: Mas à senhora mandou um amigo seu agradecer pela à senhora.
Gabriela: Só que eu vim pessoalmente te agradecer de um jeito diferente.
Gabriela dá um beijo na boca de Marcelo.
Anoitece em São João D' Acre. Em casa, na sala, Regino, Sueli e Pedro conversam.
Regino: Os senhores sabem da novidade?
Pedro: Não!
Sueli: Não, qual?
Regino: O padre Roberto falou que o Paulo foi encontrado morto na mata da cidade.
Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
As cruzadas
No capítulo anterior, na mata da cidade, Paulo está esperando pelo o muçulmano que à Ana falou, que tinha marcado um encontro com ele naquele local. Alguns minutos depois, Paulo fica surpreso ao se deparar com Ana, Regina e Bartolomeu chegando ao local que ele está.
Paulo: O que os senhores estão fazendo aqui?
Ana: Bom dia, meu marido desgraçado!
Paulo: Do que à senhora me chamou?
Ana: De desgraçado!
Paulo: O que aconteceu com à senhora?
Ana: Eu vou ser direta! Eu só me casei com o senhor pelo o seu dinheiro, não por amor, essa coisa que para mim, não existe entre um homem e uma mulher. Pois com o seu dinheiro, eu vou ficar muito poderosa, podendo assim, me vingar desse bando de padres que mandam nessa cidade. E aliás, quem matou a sua tia enjoada, foi à Regina, eu odiava sua tia! Ela era muito chata!
Paulo: À Regina te ajudou a matar minha tia?
Ana: Ajudou, nós sempre fomos cúmplices! Eu e ela planejamos juntas esse plano, dela se casar com o meu pai, e depois ficar com o dinheiro dele, e eu me casar com o senhor, e depois ficar com o seu dinheiro.
Ana e Regina dão risadas.
Paulo tenta fugir, mas Bartolomeu o segura, e depois o amarra com uma corda num tronco de uma árvore.
Paulo: Às senhoras são umas desgraçadas! Eu vou denunciá-las para os padres!
Elas dão risadas novamente.
Ana: Como o senhor vai nos denunciar? Se o senhor vai morrer daqui a pouco?
Paulo: Por favor, Ana, tenha piedade de mim, não me mate! Eu deixo à senhora ficar com o meu dinheiro, se à senhora me deixar vivo, e depois eu sumo dessa cidade com a nossa filha.
Ana: De jeito nenhum! O senhor não vai levar à Manu de mim, seu vagabundo! A Manu é minha! E não de um burro que nem o senhor! Ela vai ser igualzinha a mim quando crescer! Ela também vai ser má!
Regina: Não, à sua filha não! Eu não deixo a senhora transformar a sua filha numa pessoa má, Ana! Nós podemos fazer maldades, mas os nossos filhos não!
Ana: À senhora não manda na minha filha, quem manda na minha filha sou eu!
Regina: À senhora só irá transformar sua filha numa pessoa má, se passar por cima de mim!
Ana: Chega Regina, depois nós conversamos sobre isso! Vamos matar essa lesma de uma vez!
Regina: Quem irá matá-lo será à senhora!
Paulo: À senhora vai ter coragem de matar o pai da sua filha? O que ela vai pensar da própria mãe, quando descobrir?
Ana: É verdade, Regina! Eu não vou ter coragem de olhar para a minha filha, sabendo que fui eu que matei o próprio pai dela!
Regina: À senhora é uma covarde mesmo! Pense no dinheiro, Ana! Pense no poder que à senhora vai ter!
Ana: Tá bom, eu o mato! Bartolomeu, pegue essa pedra grande que está perto do senhor, pois eu não aguento pegá-la, ela é grande e muito pesada. Depois me entregue.
Então, Bartolomeu pega a pedra que está perto dele. A pedra é grande e pesa muito, por isso ele fez muita força para pegá-la. Depois de pegá-la, ele a entrega para Ana, que não aguentando o peso da pedra, joga a pedra imediatamente em cima da cabeça de Paulo, que chega até a afundar e a sangrar muito, o local que a pedra atingiu. Antes de morrer, Paulo ainda consegue falar algumas palavras.
Paulo: Ana, à senhora é uma diaba! Eu não acredito que à senhora é mãe da minha filha!
Depois disso, Paulo falece.
No comércio de Paulo, Sueli e Rodrigo conversam.
Rodrigo: Senhora Sueli, à senhora veio comprar o quê?
Sueli: Na verdade, eu vim te dar um presente.
Rodrigo: Um presente? Mas eu não estou fazendo aniversário!
Sueli: Mas eu vim te presentá-lo, pois para mim, o senhor é um grande amigo! Aqui o presente!
Sueli entrega o presente para o Rodrigo.
Sueli: Espero que o senhor goste, é uma joia, não é muita cara, porque eu não tenho muito dinheiro.
Rodrigo: Muito obrigado, senhora Sueli!
Sueli: Senhor Rodrigo, se eu fosse solteira, o senhor se relacionaria comigo?
Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
As cruzadas
No capítulo anterior, em São João D' Acre, em casa, na sala, Ana conversa com Regina.
Ana: À senhora chegou hoje de Damasco?
Regina: Sim!
Ana: Eu pensei que à senhora iria ficar mais!
Regina: Ana, se prepare, pois chegou a hora de matar o seu queridinho marido, o Paulo!
Ana: Mas já?
Regina: Nós já perdemos tempo demais!
Ana: Então, tá bom! Mas, será que eu vou ter coragem de matar ele?
Regina: Claro que vai, é só pensar nas recompensas que à senhora irá ganhar com a morte dele.
Ana: É verdade! Com a morte dele, eu vou mandar nos comércios dele, e assim, vou poder me vingar dos poderosos dessa cidade!
Regina: À senhora irá matá-lo numa mata, e nós vamos ter ajuda do meu empregado que eu recompenso ele com as minhas joias, o Bartolomeu. À senhora vai no comércio de seu marido, amanhã de manhã, falar para ele, que um muçulmano foi na sua casa, depois que ele tinha ido para o comércio dele, marcando um encontro com ele na mata da cidade, para eles conversarem. À senhora tem que fingir desespero, para ele não suspeitar de nada, falando para ele não ir, pois à senhora acha que o muçulmano marcou esse encontro para matá-lo. À senhora fala também, que se ele for, vá armado. Mas como os homens daqui, gostam de mostrar valentia e coragem, mesmo ele sabendo do perigo que estará correndo se encontrando supostamente com o muçulmano, ele irá nesse encontro, para mostrar que não é covarde. Com isso, o nosso plano dará certo, pois ele irá para à mata, pensando que encontrará e correrá perigo com um muçulmano, mas na verdade, ele encontrará e correrá perigo é com nós e com o Bartolomeu!
Ana: Nessa ocasião, eu irei deixar a minha filha, Manuela, com a empregada!
Anoitece em São João D' Acre. Paulo vai até à casa de Olívia. Na sala, eles conversam.
Paulo: Olívia, eu não estou mais aguentando ficar longe da senhora, se não fosse pela à minha filha, eu já tinha largado à Ana, a muito tempo!
Olívia: Eu falei que não queria mais me relacionar com o senhor!
Paulo: Mas eu não aguento ficar longe da senhora!
Paulo beija na boca de Olívia.
Amanhece em São João D' Acre. Na mata da cidade, Paulo está esperando pelo o muçulmano que à Ana falou, que tinha marcado um encontro com ele naquele local. Alguns minutos depois, Paulo fica surpreso ao se deparar com Ana, Regina e Bartolomeu chegando ao local que ele está.
Paulo: O que os senhores estão fazendo aqui?
Ana: Bom dia, meu marido desgraçado!
Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.
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