Este blog foi feito, para falar um pouco da minha vida e expressar minha opinião, sobre os assuntos da atualidade.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
As cruzadas
No capítulo anterior, Paulo chega em casa, e vai até o seu quarto, para falar com à Ana. Triste, Paulo fala:
Paulo: O empregado da minha loja falou, que os padres encontraram a ex-mulher do José morta, numa rua que não tem movimento, eles desconfiam que seja assassinato. Não se fala em outra coisa nessa cidade.
Ana: O quê? À minha mãe está morta?
Ana grita:
Ana: Não...
Paulo: Ana, se acalme, meu amor.
Ana: Não me peça para me acalmar. Paulo, está morta à pessoa que eu mais amei na minha vida, amei não, eu sempre amarei essa pessoa, e agora ela está morta!
Ana começa à chorar desesperadamente. Ela começa à apresentar desequilíbrio emocional, até que ela desmaia. Paulo à coloca deitada na cama.
Em Jerusalém, Isabela ouve Maria chorar, ela então vai até o quarto de Maria, para saber o motivo dela estar chorando.
Isabela: Maria, eu posso saber o motivo da senhora estar chorando.
Maria: Agora não, Isabela, depois eu falo, eu quero ficar um pouco sozinha.
Em São João D' Acre, Rodrigo sai de seu quarto, e vai até o quarto de Ana e Paulo. Ao chegar no quarto, ele vê Paulo olhando para à Ana desmaiada.
Rodrigo: Paulo, porque à Ana está deitada na cama? Ela desmaiou?
Paulo: Rodrigo, o senhor terá que ser forte. Os padres encontraram à sua mãe morta, numa rua daqui de São João D' Acre, que não é movimentada, é uma rua deserta. Eles desconfiam que seja assassinato. Por isso à Ana desmaiou. À Ana adorava ela.
Rodrigo começa à chorar.
Em Jerusalém, Gabriela vai até à casa de Marcelo, para descobrir se o Luís que morreu, era o filho do Marcelo. Na sala, Gabriela pergunta à Marcelo:
Gabriela: Senhor Marcelo, o Luís que os fofoqueiros estão falando que morreu, é o seu filho?
Marcelo: Infelizmente, é!
Gabriela: Eu não acredito, quando eu consigo arranjar um homem para eu me relacionar, ele morre ou foge. Agora o meu filho está sem pai.
Gabriela começa à chorar.
Marcelo: Pare com bobeira, Gabriela! À senhora nem sabe se está grávida, e já está falando que o seu filho está sem pai.
Em São João D' Acre, em casa, Lúcio, Regino e Sueli almoçam na cozinha.
Regino: Como é bom quando à família está reunida, mesmo sem à presença do meu querido filho, o Pedro. Ao olhar para à senhora agora, Sueli, me deu vontade de dizer uma coisa que há tanto tempo não digo. Eu te amo, Sueli.
Lúcio: E à senhora mãe, não vai dizer também?
Sueli: Eu te amo, Regino.
Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
As cruzadas
No capítulo anterior, Regina enfia à espada que ela está segurando na mão direita, em Aparecida, perto da região que fica o seu coração. Aparecida cai no chão morta.
Regina: Bartolomeu, retire o corpo dessa vagabunda da minha casa, antes que o José chegue. O senhor não quer que eu tire, não é? Não se esqueça que eu não posso pegar peso, se esqueceu que eu estou esperando um filho do José, que eu estou grávida. Tire o corpo dessa pagã logo daqui, jogue esse copo numa rua deserta, que não tem movimento. Agora, vá.
Bartolomeu: Sim, senhora.
Em casa, Regino e Sueli conversam na cozinha.
Regino: Sueli, à senhora me ama ainda?
Sueli: Eu vou ser sincera com o senhor, Regino. Aquele sentimento que eu sentia pelo o senhor, está diminuindo com o passar do tempo, mas não se preocupe, eu não vou me separar do senhor.
Regino: Que bom, meu amor. Foi duro ouvir isso, mas eu gosto de sinceridade, e à senhora me deixou mais aliviado agora.
Em seu quarto, Lúcio pensa em Olívia:
Lúcio: Olívia, eu estou morrendo de saudades da senhora. Eu não entendo o motivo da senhora ter terminado o nosso relacionamento, mas por causa disso, eu decidi ir para a peregrinação.
Paulo chega em casa, e vai até o seu quarto, para falar com à Ana. Triste, Paulo fala:
Paulo: O empregado da minha loja falou, que os padres encontraram a ex-mulher do José morta, numa rua que não tem movimento, eles desconfiam que seja assassinato. Não se fala em outra coisa nessa cidade.
Ana: O quê? À minha está morta?
Ana grita:
Ana: Não...
Termina mais um capítulo de As cruzadas. Segunda, mais um capítulo às 17:15.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
As cruzadas
No capítulo anterior, na casa de Paulo, alguém bate na porta de entrada de sua casa, Ana vai até à porta para ver quem é. Ao abrir à porta, Ana fica surpresa.
Ana: Rodrigo?
Rodrigo: Oi, minha irmã. Eu estava morrendo de saudades da senhora.
Ana: Rodrigo, eu estou tão feliz de ver o senhor de novo. O senhor parou de guerrear em Jerusalém?
Rodrigo: Não. Eu decidir parar por alguns dias, para eu descansar. Eu posso ficar aqui até voltar para Jerusalém? Eu não tenho outro lugar para ficar. À senhora se lembra que o nosso pai me deserdou e me expulsou de casa?
Ana: Eu lembro. E é claro que o senhor pode ficar aqui, meu irmão. Vamos comigo, eu vou te levar para o quarto que o senhor irá dormir.
Depois de mostrar o quarto para o Rodrigo, Ana vai até à sala, deixando o Rodrigo sozinho no quarto. Na sala, Ana vê Paulo.
Ana: Paulo, o meu irmão está aqui. Ele decidiu parar de guerrear por alguns dias, para descansar, por isso ele vai ficar na nossa casa até ele voltar para Jerusalém.
Paulo: Tudo bem. Mas à senhora tem que contar para ele que à Aparecida também está aqui nessa casa, e explicar para ele porque ela está escondida aqui.
Ana: Eu vou fazer isso ainda.
Sozinha em casa, Regina vai até à cozinha, para pedir um ''favor'' para o mesmo empregado que ela mandou espancar à Aparecida.
Regina: Eu tenho um outro serviço para o senhor. Eu quero que o senhor vá agora na casa do Paulo, esperar à Aparecida sair de casa, mas espere ela do lado de fora da casa. Quando à ordinária tiver saindo de casa, eu quero que o senhor fale para ela, que o José mandou o senhor falar para ela, que ele está esperando por ela aqui, na casa dele.
Empregado: É para fazer esse serviço agora?
Regina: Óbvio. E é claro que o senhor vai ganhar uma recompensa por isso, eu vou te dar uma joia minha.
Empregado: Mas como à senhora sabe que ela vai sair agora?
Regina: Por causa que ela vai se encontrar com o meu marido, no comércio dele. Antes do senhor ir, até hoje eu não sei o seu nome.
Empregado: Meu nome é Bartolomeu.
Regina: Agora, vá, Bartolomeu.
Uma hora depois, Aparecida bate na porta de entrada da casa de José, e Bartolomeu vai atendê-la.
Bartolomeu: Entre, senhora Aparecida. Quando Aparecida entra na casa, ela se depara com Regina segurando uma espada. Aparecida olha para à porta de entrada, para ela sair da casa, mas Bartolomeu fecha à porta, e à segura, tampando à sua boca.
Regina: Oi, sua vagabunda. À senhora acha que eu sou tonta, que eu não ia descobrir o seu envolvimento com o meu marido. À senhora me colocou chifres, e pensou que não iria acontecer nada com à senhora, não é sua vagabunda?
Regina cospe e dá um tapa na cara de Aparecida. Regina também chuta várias vezes à perna de Aparecida.
Regina: Mas eu não vou deixar barato o que à senhora fez comigo, eu lhe avisei, que se à senhora se metesse com o meu marido de novo, eu não iria ficar de braços cruzados. Agora à senhora vai conhecer verdadeiramente à santa Regina, sua muçulmana, pagã podre. No final, os poderosos, que são os católicos, sempre vencem os pagãos. Agora é hora da senhora viajar para o inferno, ordinária. Para à senhora aprender que os muçulmanos não devem se relacionar com os católicos.
Regina começa à rir. Ela enfia à espada que ela estava segurando na mão direita, em Aparecida, perto da região que fica o seu coração. Aparecida cai no chão morta.
Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
As cruzadas
No capítulo anterior, em seu quarto, Ana conversa com à Aparecida.
Ana: Mãe, à senhora continua a se encontrar com o meu pai?
Aparecida: Sim, mas não conta nada para o Paulo. Mas eu garanto uma coisa para à senhora, minha filha, eu vou ter ele de novo para mim. Eu vou reconquistar à vida que eu tinha.
Ana: À senhora está muito iludida, mãe!
Aparecida: Ana, nesses últimos encontros que nós se encontramos, nós se beijamos. Ele falou para mim, que acha que voltou a sentir alguma coisa por mim.
Ana: Eu não acredito! Vocês dois estão se relacionando?
Aparecida: Sim, e eu estou muito feliz por isso.
Em Jerusalém, Marcelo vai até à casa de Maria para conversar com ela.
Maria: Marcelo, que sorte o senhor teve. O meu tio voltou para cá, ele parou de guerrear por um tempo, e quase o senhor vem me visitar com o meu tio aqui, o senhor teve sorte que ele foi à feira. O senhor parece triste?
Marcelo: Maria, eu perdi o meu único filho, mataram ele! Eu não sei quem o matou, mas eu desconfio que seja um muçulmano. Eu acho que descobriram que ele era católico, e que morava aqui, em Jerusalém.
Maria começa à chorar.
Na casa de Paulo, alguém bate na porta de entrada de sua casa, Ana vai até à porta para ver quem é. Ao abrir à porta, Ana fica surpresa.
Ana: Rodrigo?
Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.
terça-feira, 12 de junho de 2012
As cruzadas
No capítulo anterior, em uma de suas lojas, na sua sala, José transa com à Aparecida. Depois de transarem, José fala com à Aparecida:
José: Aparecida, agora é melhor à senhora ir embora.
Aparecida: José, foi errado o que nós fizemos agora, nós não deveríamos ter feito!
José: Mas já está feito, não tem jeito de voltar atrás. Agora, vá, Aparecida.
Aparecida: Tudo bem, até breve, José.
Em casa, em seu quarto, Sueli conversa com Lúcio.
Sueli: Lúcio, eu estou pensando em separar do seu pai.
Lúcio: Mãe, isso é gravíssimo! À igreja será contra à senhora.
Sueli: Eu não estou mais sentindo aquele sentimento, que eu sentia quando eu conheci o seu pai.
Lúcio: Mais toda a cidade, à igreja e os padres ficarão contra à senhora, mãe. Eu não estou te entendendo, à senhora queria ter prestígio perante os padres, ser aliada deles, e agora quer tomar uma atitude que irá revoltá-los!
Sueli: Eu não sei ainda o que eu vou fazer, Lúcio. Mas eu não estou me importando muito com os padres, depois que eles prenderam o Pedro, eu fiquei decepcionada com eles!
Na cozinha de sua casa, Regino pensa:
Regino: Será que à Sueli não está mais me amando? À nossa relação não está boa como antes, agora ela está morna!
Indo para à feira, Olívia vê Paulo (esposo de Ana) saindo de uma de suas lojas, ela fica encantada por ele. Ela então pensa:
Olívia: Eu nunca tinha observado o Paulo. Eu só escutava na rua falar dele. Mas ao observar ele agora, eu vi que ele é um homem muito bonito, um homem que deixaria qualquer mulher feliz. Agora eu entendo o motivo da Ana ter se casado com ele.
Em seu quarto, Ana conversa com à Aparecida.
Ana: Mãe, à senhora continua a se encontrar com o meu pai?
Aparecida: Sim, mas não conta nada para o Paulo. Mas eu garanto uma coisa para à senhora, minha filha, eu vou ter ele de novo para mim. Eu vou reconquistar à vida que eu tinha.
Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
As cruzadas
No capítulo anterior, Felipe vai até o quarto de Isabela, para conversar com ela.
Felipe: Sabia, Isabela, que por sua culpa, eu não vou mais para à guerra? Eu não vou mais para à guerra, para ficar vigiando à senhora!
Isabela: Pai, o senhor não precisa ficar me vigiando, à Maria pode fazer isso para o senhor.
Felipe: Não, eu não confio na Maria, ela é sua cúmplice!
Isabela: Pai, o que o senhor está precisando, é de uma mulher.
Felipe: De jeito nenhum, eu nunca vou esquecer à sua mãe!
Amanhece em São João D' Acre. Com um pano cobrindo o seu rosto, para não ser reconhecida, Aparecida vai até uma das lojas de José, para se encontrar com ele. Ao chegar lá, os dois se beijam na boca. Enquanto isso, Regina também vai até à loja de José, para pedir uma joia a ele. Ao chegar na loja, ela vai até à sala de José. Ela percebe que à porta da sala de José está aberta, mas antes de entrar na sala, ela escuta ruídos de pessoas se beijando. Ela então, olha para dentro da sala, mas de uma forma que às pessoas que estão dentro dessa sala, não conseguem percebê-la. Ao olhar à sala, Regina vê José e Aparecida se beijando na boca. Depois disso, Regina sai da loja de seu marido, furiosa.
Em casa, Ana e Paulo conversam no quarto deles.
Ana: Paulo, nós podíamos morar em Jerusalém.
Paulo: Ana, à senhora não tem juízo? É em Jerusalém, que à guerra está acontecendo, aliás, o seu pai não ia gostar disso, pois o prestígio dele perante os padres iria diminuir.
Ana: Eu não aguento o poder da igreja católica, sobre nós, sobre os pobres e sobre todo mundo! À igreja nos manipula constantemente!
Em uma de suas lojas, na sua sala, José transa com à Aparecida.
Termina mais um capítulo de As cruzadas. Amanhã, mais um capítulo às 17:15.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
As cruzadas
No capítulo anterior, em Jerusalém, Padeceu vai até o comércio de Marcelo. Chorando, Padeceu fala:
Padeceu: Marcelo, aconteceu uma coisa com o seu filho.
Marcelo: O quê?
Padeceu: O seu filho morreu.
Padeceu leva Marcelo para à rua que fica de frente para à casa de Marcelo. Ao chegar lá, Marcelo se desespera ao ver seu filho morto, caído perto da porta de entrada de sua casa. Marcelo então grita:
Marcelo: Meu filho...
Padeceu: Calma, senhor Marcelo.
Marcelo: Como o senhor quer que eu me acalme? O meu filho está morto, Padeceu! Morto!
Padeceu: Eu também não consigo me conformar!
Marcelo: Padeceu, quem matou o meu filho?
Padeceu: Não sei, quando eu vi ele morto, não tinha mais ninguém aqui.
Na casa de Maria, Isabela estava prestes a sair para à rua, mas o seu pai vê, e a interrompe.
Felipe: Onde à senhora pensa que vai?
Isabela: Eu vou à feira. Está quase anoitecendo, daqui a pouco, à feira fecha.
Felipe: Isabela, eu sei onde à senhora vai, à senhora vai ser encontrar com aquele católico.
Isabela: Não, pai, eu vou à feira.
Felipe: Basta! Chega de mentiras, vá para o seu quarto agora, para à senhora aprender a não ser mentirosa.
Anoitece em Jerusalém. Isabela e Maria conversam no quarto de Isabela.
Maria: Isabela, qual foi o motivo que fez o tio Felipe brigar com à senhora?
Isabela: Ele não deixou eu sair para à rua, ele achou que eu ia se encontrar com o Rodrigo.
Maria: Mas onde à senhora iria realmente, Isabela?
Isabela: É claro que eu queria ver o Rodrigo, mas à minha intenção era sair um pouco dessa casa, eu só queria andar um pouco na rua.
Felipe vai até o quarto de Isabela, para conversar com ela.
Felipe: Sabia, Isabela, que por sua culpa, eu não vou mais para à guerra? Eu não vou mais para à guerra, para ficar vigiando à senhora.
Termina mais um capítulo de As cruzadas. Segunda, mais um capítulo às 17:15.
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