terça-feira, 13 de setembro de 2011

As cruzadas


Sétimo capítulo de As cruzadas

No capítulo anterior, Odete recém chegada em Damasco, estava com medo de sofrer perseguições.
Odete: Tomara, que eu não sofra perseguição igual eu sofri em Antioquia, sofri lá só porque não sou católica.
Hora do almoço. Odete: Vou ter que ir na rua, para comprar alguma coisa para eu comer.

José muito alegre, conta para ana uma notícia.
José: Filha. Seu irmão Rodrigo está voltando de Antioquia, onde ele estava acabando seus estudos com os padres. Está voltando para cá de novo, junto de nós!
Ana: Vou ter que aguentar meu irmão enjoado de novo!
José: Não começa! Receba o seu irmão muito bem!
Ana: Tá!
Até que Rodrigo chega. 
Rodrigo: Oi pai. Os dois se abraçam, muito calorosos.
José: Filho, que saudades!
Rodrigo: E a mãe, onde ela está morando?
José: Na cidade que nós queremos convertê-la, Jerusalém.
José: Você, não está pensando em visitá-la?
Rodrigo: Não pai! Se o senhor falou que, ver a mãe é pecado, então eu obedeço!
Ana então encontra com seu irmão. Rodrigo: Irmã, linda!
Ana: Oi, irmão. Estava com tanta saudades, do meu irmão maravilhoso!
Rodrigo: Eu que estava com saudades, da minha irmã querida!
Rodrigo: E aí irmã, como vai as coisas?
Ana: Péssimo, nosso pai não deixa eu ser mulçumana!

E, termina aqui o sétimo capítulo de As cruzadas. Amanhã, oitavo capítulo!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

As cruzadas


Sexto capítulo de As cruzadas

No capítulo anterior, Regina conhece José e vê nele a oportunidade de aplicar o golpe do baú.
Regina: Esse, que vai ser o idiota que vou enriquecer na custa dele.
Já de noite, Regina se prepara pra dormir.
Regina: Bem vou dormir. Tomara que essa cidade, Damasco, me dê muitas felicidades!

De manhã, Lúcio vai na roça visitar sua namorada Olívia.
Lúcio: Oi, amor.
Olívia: Oi.
Olívia: E aí, como é que vai as coisas?
Lúcio: Vai mal, muito mal!
Olívia: Por quê?
Lúcio: Minha mãe está com uma mania, de querer que eu participe da guerra religiosa contra os pagãos.
Olívia: Eu também não concordo com essa ideia. E se alguma coisa acontecer com você, você levar um tiro. Porque é uma guerra. Não uma brincadeira, que deve que sua mãe está pensando.
Lúcio: Verdade!

E chega na cidade de Damasco, Odete, uma mulher que acredita no Deus do cristianismo, mas que não segue nenhuma denominação religiosa. Ela morava em Antioquia, mas por passar dificuldades lá, porque ela é pobre, aí ela soube que a zona rural de Damasco é mais produtiva, por isso que ela veio para Damasco.

Odete: Tomara, que eu não sofra perseguição igual eu sofri em Antioquia, sofri lá só porque não sou católica.

E, termina aqui o sexto capítulo de As cruzadas. Amanhã, o sétimo capítulo!



sexta-feira, 9 de setembro de 2011

As cruzadas


Quinto capítulo de As cruzadas

No capítulo anterior, Sueli fala ao marido Regino, que a família deles tem que ir para a guerra santa contra os pagãos, para os pecados serem perdoados.
Sueli: Eu quero que nós, vamos para a guerra santa!
Regino: Eu tenho vontade de ir sim, amor. Mas o problema é que eu tenho uma loja, e como vai ficar ela. Ela vai ficar sem ninguém?
Sueli: Amor, olha eu aqui.
Regino: Você? Você é mulher, tem que ficar cuidando de casa.
Sueli: Mas eu vou ficar na loja para um bom motivo. Que é pagar os nossos pecados. Você não acha?
Regino: Tá bom. Vou pensar nesse caso.

Sueli então vai conversar com os filhos, sobre deles irem, para a guerra santa.
Sueli: Lúcio, eu estava pensando, como nós somos católicos fervorosos, principalmente eu, eu acho que os homens aqui dessa família, deviam participar das tentativas de conversão de Jerusalém.
Lúcio: Mãe, eu já falei que não quero participar!
Sueli: Filho, assim você vai estar pagando os pecados da nossa família.
Sueli: E você Pedro, já parou com essa besteira de não querer acreditar em Deus?
Pedro: Claro que não, né mãe. Eu não acredito em Deus e pronto!
Sueli: Tá bom. Vamos ver se você vai continuar com essa opinião. Você não quer ser católico por bem, então vai ser por mal!

Chega na cidade de Damasco, Regina, ela morava em Antioquia, outra cidade que é um dos estados cristãos do Oriente. Regina é uma mulher dissimulada, ela engana a todos com esse jeito de ''santinha'' dela, mas de ''santinha'' ela não tem nada! Ela estava casada, com um homem de classe média mas não tão rico. O marido dela não tínha filhos. E eles não tiveram quando estavam casados. Ela depois convenceu ele a deixar todo o dinheiro que ele tínha, para quando ele morresse deixasse para ela. Depois disso, ela faz da vida dele um inferno, e assim mata ele. E, vem morar em Damasco para dar o ''golpe do baú''. Mas numa pessoa rica dessa vez.
Regina, chega na casa onde vai morar. E depois, decide ir comprar verduras.
Regina então compra muitas verduras, e na hora de pagar as verduras, ela deixa cair a sacola de verduras. E José estava lá por perto. E, ajuda ela. E eles se olham por muito tempo. José fica encantado com o rostinho inocente de Regina.
José: Toma, senhorita. Você é muito bonita, sabia?
Regina: Muito obrigada pela gentileza!
José: Por nada. Você mora aqui em Damasco?
Regina: Cheguei hoje.
José: Que bom, vou poder ver esse rosto belo seu.
Regina: Tenho que ir.
José: Tchau!
Regina: Tchau!

Regina longe dele, então fala:
Regina: Esse, que vai ser o idiota que vou enriquecer na custa dele.

E, termina aqui o quinto capítulo. Eu fiz algumas mudanças nos horários. A web novela agora, é de segunda á quinta ás 16:45. E sexta, ás 18:00. E, segunda então não percam o sexto capítulo de As cruzadas! 





quinta-feira, 8 de setembro de 2011

As cruzadas


Quarto capítulo de As cruzadas

No último capítulo José proíbe Ana de visitar sua mãe em Jerusalém. Mas ela se opõe ao seu pai e fala que não vai obedecê-lo.
Ana: Pois, prefiro morrer do que ficar sem ver minha mãe!
José: Então o seu caso vai dá morte mesmo! Porque é você que está escolhendo isso!

Ana depois disso sai de casa e vai visitar seu namorado Paulo, na casa luxuosa dele. Chegando lá ele está cuidando da tia doente!
Ana: Oi, amor.
Paulo: Oi, minha linda!
Ana: Sua tia passou mal de novo?
Paulo: Passou amor.
Paulo: Estou com medo dela não aguentar e morrer.
Ana: Não seja pessimista!
Paulo: Quando que nós vamos casar?
Ana: Calma um pouco né?
Paulo: Já que você tá falando!

Enquanto isso Sueli está conversando com seu marido!
Sueli: Amor, nós temos que pagar os nossos pecados. A nossa família inteira.
Sueli: Eu quero que nós, vamos para a guerra santa!

E, amanhã quinto capítulo. Só mais tarde ás 18:00.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

As cruzadas


Terceiro capítulo de As cruzadas

No capítulo anterior, Marcelo fala para o filho ir para a guerra, com o objetivo de diminuir os encontros de seu filho com a Maria.
Marcelo: Filho, eu quero que você vá para guerra santa contra os pagãos.
Luís: Eu?
Marcelo: Sim, filho. Nós somos cristãos, e o nosso dever é ajudar na guerra santa contra os pagãos. E eu estou ocupado na loja, você fica me ajudando na loja, mas pode deixar que sozinho eu aguento.
Luís: Mas eu não quero ir pai!
Marcelo: Mas vai ter que ir!
Luís: Tá bom.
Luís: Agora não vou ter tempo de ver a Maria, não vou aguentar se eu não ver ela todos os dias!

Cidade de São João D' Acre


São João D' Acre é um dos estados cristãos do Oriente e capital do Reino Latino de Jerusalém, fica próximo a cidade dominada pelos mulçumanos, a cidade de Jerusalém.

Em casa, José briga com sua filha Ana, por ela ter ido para Jerusalém.
José: Ana, Deus vai castigar você, por ter ido para Jerusalém.
Ana: Eu fui por causa que o povo de lá está sendo perseguido, eu quero dá importância para eles!
José: Eles não estão sendo perseguidos, nós só queremos aquela cidade, para começar a converter todas as pessoas para a religião certa!
Ana: Pois eu não quero ser igual ao senhor, eu quero ser mulçumana igual a minha mãe!
José: Não fala essa blasfêmia! Por causa da sua mãe ser mulçumana eu me separei dela, só depois que casei com a sua mãe, que fui descobrir que ela era pagã, ela tínha mentido para mim! Os padres não íam gostar disso. E também, para eu não ser castigado por Deus por está casado com uma pagã, por esses motivos me separei dela! Você só foi em Jerusalém para visitá-la, não foi?
Ana: Fui. E, daí?
José: Eu não quero que você visite sua mãe, você é católica mesmo não querendo ser, você vai ser forçada mas vai ser católica! Os católicos não podem se misturar com esses pagãos, por causa que eles não querem deixar a gente converter Jerusalém. E também, sua mãe vai acabar morrendo na guerra, nós estamos matando os pagãos em nome de Deus, para que Jerusalém seja do nosso Deus e não de um Deus falso.
Ana: Prefiro morrer do que ficar sem ver minha mãe!

E, termina aqui o terceiro capítulo! Amanhã, quarto capítulo de As cruzadas, ás 16:45.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

As cruzadas


Segundo capítulo de As cruzadas

Nona cruzada

Ano de 1289
Em Jerusalém, Felipe, pai de Isabela chega em casa e conta a filha uma notícia que ficou sabendo. 
Felipe: Filha, sabia o que eu fiquei sabendo? Mal desembarcaram ás forças francesas em Túnis, e logo foram acometidas por uma praga ( que assolava a região, matando vários cristãos, entre eles estava o rei Luís e um dos seus filhos.
Isabela: Foi bom ter acontecido isso com eles.
Felipe: Credo, filha!
Isabela: Mas claro pai, eles vieram matar nós os mulçumanos para tomar a nossa cidade! Eu queria poder se vingar da morte da minha mãe.
Felipe: Não fica remoendo essa história!
Isabela: Fico, sim! Os cristãos vieram aqui em casa, a minha mãe estava sozinha, e mataram ela.
Felipe: Até hoje lembro e amo sua mãe! E como tenho raiva desses cristãos que praticam essa guerra, e que tentam a muito tempo tomar Jerusalém! Eles tem que deixar a gente em paz!

Isabela vai até a casa de sua amiga Maria.
Isabela: Oi maria, tudo bem?
Maria: Tudo ótimo. Quer dizer, você sabe que estou em dúvida entre dois homens. Entre o Luís e o Marcelo.
Isabela: Você tem que se decidir logo, amiga!
Maria: Eu sei, mas os dois são bonitos!
Maria: Eu estou vendo mais é o Luís, o Marcelo eu tenho visto muito pouco.
Isabela: Você decidiu qual religião seguir?
Maria: Já falei que não vou seguir religião nenhuma, Isabela. Não acredito em Deus. Mas eu não concordo das pessoas não respeitarem as religiões dos outros! Como os cristãos estão fazendo com vocês.
Isabela: Isso é verdade.

Marcelo chegou de sua loja para o almoço na sua casa, e almoça junto com o seu filho Luís.
Marcelo: Filho, você tem se encontrado com a Maria?
Luís: Sim, pai. Porquê?
Marcelo então pensa: Meu Deus, meu filho não pode ficar com a  mulher que gosto! Tenho que fazer alguma coisa, para impedir que eles fiquem se encontrando. Já sei, como nós somos cristãos vou mandar meu filho para a penitência de seus pecados, que é ele lutar contra os pagãos. A Maria não pode descobrir que sou cristão, sou um dos únicos cristãos a morar em Jerusalém.
Marcelo: Filho, eu quero que você vá para guerra santa contra os pagãos.

E, termina aqui o segundo capítulo de As cruzadas. Amanhã, terceiro capítulo de As cruzadas, só um pouco mais tarde ás 16:45.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

As cruzadas


Primeiro capítulo da web novela, As cruzadas

Jerusalém

Ano de 1095
Jerusalém, chamada ''terra santa'', estava dominada pelos mulçumanos. Os cristãos católicos, não admitiam essa situação, eles queriam também dominar Jerusalém. E com isso, o papa Urbano II, prega e promete a salvação a todos os que morresem em combate contra os pagãos. O apelo do papa foi feito a todos sem distinção, pobres ou ricos.
Muitos dos combatentes retiraram-se uma vez conquistada Jerusalém (incluindo os grandes senhores), mas um núcleo ficou (cálculos chegam a falar de algumas centenas de cavalheiros e um milhar de homens á pé). As cidades principais (como Antioquia e Edessa) tornaram-se capitais de principados e reinos (embora Jerusalém fosse de certo modo o centro religioso e político), com outras marcas a protegê-los.
O sistema feudal foi transplantado para o Oriente com algumas alterações: muitas vezes, em vez de receber feudos, os cavaleiros eram pagos com direitos ou rendas. As cidades mercantis italianas tornaram-se fundamentais para a sobrevivência desses estados: permitiu a chegada de resforços e interceptar os movimentos das esquadras mulçumanas, tornando o Mediterrâneo novamente navegável pelos Ocidentais. Mas rapidamente os mulçumanos iriam reagir.
De qualquer modo, nos anos seguintes, com a euforia da vitória, mais voluntários seguiram para o Oriente. Os contingentes seguiam por nacionalidades, continuando pouco organizados. As motivações eram variáveis: se alguns pretendiam obter novos feudos, ou redimir-se das suas faltas, havia também aqueles que pretendiam ''apenas'' ganhar batalhas, cobrir-se de glória, bençãos espirituais, e voltar para sua terra.
Os governantes cruzados encontravam-se em grande desvantagem numérica em relação ás populações mulçumanas que eles tentavam controlar. Assim, construiram castelos e contrataram tropas mercenárias para mantê-los sobre controle. A cultura e a religião dos francos era muito estranha para cativar os residentes da região. Dos seguros castelos, os cruzados interceptavam cavaleiros árabes. Por aproxidamente um século, os dois lados mantiveram um clássico conflito de guerra. Os cavaleiros francos eram muito fortes, mas lentos. Os árabes não aguentavam um ataque da cavalaria pesada, mas podiam cavalgar em círculo em volta dela, na esperança de incapacitar asunidades dos francos e fazer emboscadas no deserto. 
Ordens de monges cavaleiros foram formadas para lutar pelas terras sagradas. Os cavaleiros eram bravos, mas nunca era suficiente para fazer a região ficar segura. Os reinos cruzados sobreviveram por um tempo, em parte porque aprenderam a negociar, e jogar os diferentes grupos árabes uns contra os outros.
Por volta do ano 1100, uma nova expedição partiu. Partiram para Jerusalém, levantaram-se discussões contra os mulçumanos que estavam fartos de ter aqueles vizinhos incômodos que pilhavam a terra, portavam-se de uma forma mais brutal em guerra, e ficavam com o que conquistavam.
Entretanto, os mulçumanos estavam a unificar-se para tentar fazer face a essas ameaças. Evitando os combates diretos até o último momento contra a cavalaria pesada cristã, usaram táticas de emboscadas.
Em Mersivan, esmagaram um dos exércitos cristãos, que fora abandonado pelos seus líderes e cavaleiros (que fugiram). Estes foram severamente criticados pela fuga, assim como Alexio, imperador de Bizâncio, por não ter dado apoio.
Por alguns anos, não foram pregadas mais cruzadas, e os territórios cristãos no Oriente tiveram de se aguentar por conta própria. Assumiram como padroeiro São Jorge da Capadócia, exemplo de cavaleiro cristão, e seu brasão de armas, a cruz vermelha num escudo branco.
O condado de Edessa caiu em 1144, sob Zangi, governante de Alepo e Mosul. Caiu mais tarde Antioquia em 1268, Trípoli em 1289 e o último posto dos cruzados, São João D' Acre, durou até 1291.

Sétima cruzada

1248 á 1250
Foi liderada pelo rei da França Luís IX, posteriormente canonizado como São Luís. Ele desembarcou diretamente no Egito e, depois de alguns combates, conquistou Damietta. O sultão ofereceu Jerusalém a Luís, e Luís não acreditando muito na oferta recusou. Em Mansurá, depois de quase terem vencido, os cruzados são derrotados pela imprudência do irmão do rei, Roberto de Artois. Depois de uma retirada desastrosa, o exército rendeu-se. Luís IX caiu prisioneiro e os cristãos tiveram de pagar um pesado resgate pela sua libertação. Somente a resistência da rainha francesa em Damietta permitiu que se conseguisse negociar com os egípcios. Luís ficou mais algum tempo e conseguiu salvar o território de Outremer (indiretamente ás invasões mongóis deram seu contributo).

Termina aqui o primeiro capítulo de As cruzadas. Amanhã, vão ser apresentados os personagens da web novela. Hoje não foram apresentados por que temos que informar como começou essa guerra religiosa, e é muita coisa teórica, se deixar para ser apresentados os personagens, o primeiro capítulo fica muito extenso. Amanhã, segundo capítulo de As cruzadas ás 15:30.